terça-feira, 5 de maio de 2009

Boas notícias do Ministério da Educação


«A Fundação Casa Índigo, projecto de Tereza Guerra e Alain Aubry, foi registada como IPSS pelo Ministério da Educação em 11 de Outubro de 2008 e tem nos seus estatutos definido que se abstêm de “toda e qualquer actividade política ou religiosa”. É um projecto destinado ao estudo, esclarecimento e desenvolvimento de actividades de apoio a crianças e jovens de todo o tipo e características, incluindo crianças índigo, cristal, crianças dotadas, sobredotadas, super psíquicas, entre muitas designações e jovens que se identifiquem com estas energias do Novo Tempo...»
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O que é uma criança Índigo e porque a designamos assim?

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Primeiramente a definição : é uma criança que demonstra uma série de atributos psicológicos novos e pouco usuais com um padrão de comportamento nunca documentado até agora. Este padrão de comportamento tem factores comuns únicos que sugerem a quem se relaciona com as crianças (os pais em especial), que devem mudar a forma como os tratam e criá-los para poderem ter um equilíbrio adequado.
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Ignorar estes novos padrões de comportamento é criar um desequilíbrio potencial e uma grande frustração na cabeça destas preciosas vidas. O tema deste capítulo é identificar, qualificar e validar os atributos de uma Criança Índigo.
Parece haver diversas categorias de Crianças Índigo, que vamos descrever adiante, mas vamos dar um dos padrões de comportamento mais importantes para poder ver se alguém do seu conhecimento encaixa nestes padrões?
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Estas são as 10 das características mais comuns da Criança Índigo:

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1. Vêm ao mundo com um sentimento de realeza (e frequentemente comportam-se como tal).
2. Têm a sensação de “merecer estar aqui” e surpreendem-se quando outros não compartilham esta mesma sensação.
3. A auto-estima não é, para elas, um grande tema de preocupação; com frequência dizem aos pais quem elas são).
4. Têm dificuldade em aceitar uma autoridade absoluta (sem explicação ou sem alternativas).
5. Pura e simplesmente não farão certas coisas, por exemplo: custa-lhes esperar numa fila.
6. Frustram-se com sistemas que são apenas rituais e que não requerem criatividade.

7. Muitas vezes têm formas melhores de fazer as coisas tanto em casa como na escola, o que os torna rebeldes e desintegrados de qualquer sistema.

8. Parecem muito anti-sociais, a menos que se encontrem entre crianças semelhantes. Se não houver outros com o mesmo nível de consciência tornam-se retraídos, sentindo que não há seres humanos que os entendam. A escola é o local onde lhes é muito difícil socializar.

9. Não respondem à disciplina de “culpa” (Espera que o teu pai chegue a casa e veja o que fizeste).

10. São tímidos em expressar o que precisam.

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Parece ter um grande interesse, uma tremenda necessidade de saber porque as pessoas não compreendem as Crianças Índigo. São Crianças computorizadas que vêm a este mundo com uma capacidade de visualização mental do que é bom. São crianças orientadas para a tecnologia, o que significa que vamos estar adquirir mais técnica do que a que temos agora. Estas crianças, com três ou quatro anos, lidam com os computadores de uma forma que um adulto de 65 anos não poderá fazê-lo. São crianças tecnológicas – nascidas para uma tecnologia que nem somos capazes de imaginar.
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Chegaremos a um ponto em que nada terá de ser feito, excepto nas nossas cabeças. Esse é o seu propósito. O que vejo agora é que, em alguns casos, o meio ambiente em que estas crianças se desenvolvem os bloqueou de tal maneira que, por vezes, estas crianças chegam a matar. Porém, eu crio na seguinte paradoxo: Precisamos da escuridão e precisamos da luz para escolher. Sem a possibilidade de escolher não há crescimento. Se fôssemos robots não teríamos livre-arbítrio, nem teríamos poder de escolha: não haveria nada.
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Toda a criação foi um processo de separação. Deus separou a noite do dia, a luz da escuridão, a terra do céu, o firmamento do ar, a terra das águas. Deus separou a mulher do homem e criou o feminino e o masculino. A norma da criação é a separação por escolha. Sem escolha não podemos crescer. Assim, o que vejo é que nos movemos entre extremos, especialmente na presente dimensão. Temos tido o mais santo dos santos e o mais mau dos maus. A maioria de nós encaixa-se a meio termo, esperando ser santa enquanto comete erros. O que vejo agora é que os extremos se integram mais. Quer o mais santo dos santos, quer o mais mau dos maus está entre gente mediana, e este equilíbrio está a alcançar um nível cada vez mais refinado.
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Quando estas crianças chegam a estes extremos é porque conhecem muito bem o seu caminho, e, quando sentem que a sua missão está a ser bloqueada, tratam de se desfazer daquilo que eles acham que está a bloqueá-los. As Crianças Índigo, porém, não têm medo porque sabem quem são. Eles acreditam em si mesmos.
Cerca de 90% das crianças com 10 anos de idade (em 1998) são Índigos.
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Basicamente, existem quatro tipos de Crianças Índigo, cada um deles com o seu propósito:
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1. O HUMANISTA

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O primeiro é o Índigo Humanista, aquele que está destinado a trabalhar com as massas. São os médicos, os advogados, professores, comerciantes e políticos de amanhã. Eles servirão as massas, são muito hiperactivos e extremamente sociáveis. Eles falarão com toda a gente, sempre de forma muito, muito amigável. Têm pontos de vista muito definidos, com um corpo um pouco desajeitado e muito hiperactivos.
Uma ou outra vez irão embater numa parede porque se esqueceram de travar. Não sabem como brincar com um brinquedo, mas irão desmontá-lo e, depois, provavelmente, não voltarão a mexer naquilo. Se você quiser que eles limpem o quarto, vai ter que os lembrar disso muitas vezes, porque são muito distraídos.
Irão para o quarto e começarão a limpar até encontrarem um livro. Então, sentam-se a ler, porque são leitores incorrigíveis. Um dia, durante um voo de avião, uma criança de três anos estava a gerar algum bulício. A mãe optou por entretê-la com o panfleto de instruções de segurança. Então, a criança sentou-se com uma expressão de grande serenidade, e passou os olhos por ele como se estivesse a ler.
Estudou-o durante cinco minutos e, embora não soubesse ler, acreditava que sabia. Creio que este é um exemplo de Índigo Humanista.
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2. O CONCEITUAL

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O Índigo Conceitual está mais interessado em projectos do que em pessoas. Estes serão os engenheiros, projectistas, astronautas, pilotos e militares de amanhã. São crianças muito atléticas. São controladores e a pessoa que mais tentam controlar é o pai se de são meninas, ou a mãe se são meninos. Este tipo de Índigo tem tendência para a dependência, especialmente, drogas, durante a adolescência. Os seus pais devem vigiar apertadamente os seus padrões de comportamento. Quando eles começam a esconder coisas e a dizer algo como: “não vás ao meu quarto”, chegou o momento de a mãe começar a revistar toda a casa.
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3. O ARTISTA

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O Índigo Artista é muito sensitivo e o seu corpo é pequeno, embora nem sempre. Estão mais inclinados para a arte, são muito criativos, e serão os professores e os artistas de amanhã. A qualquer coisa que se dediquem, sempre estarão orientados para o lado criativo. Dentro do campo da medicina, serão cirurgiões ou investigadores; nas artes, serão actores. Entre as idades de 4 a 10 anos, envolver-se-ão, pelo menos, em 15 actividades criativas. Dedicarão 5 minutos a cada uma delas e logo a abandonarão. Assim sempre digo às mães de músicos e artistas: “não comprem os instrumentos, aluguem-nos”. O Índigo Artista poderá trabalhar com 5 ou 6 instrumentos diferentes, e só na adolescência escolherá um deles, convertendo-se então num verdadeiro artista.
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4. O INTERDIMENSIONAL

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O quarto tipo de Índigo é o Interdimensional. São mais altos do que os outros tipos. Quando têm um ou dois anos de idade, já você poderá dizer-lhes qualquer coisa, e eles responderão: “Sim, já sabia” ou “sim, sou capaz de fazer” Ou “ não me aborreças”. São eles que trarão novas filosofias e novas religiões a este mundo. Poderão tornar-se gabarolas e vaidosos porque são muito maiores e porque não encaixam em nenhum dos três tipos anteriores.
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As crianças destes quatro tipos acreditam nelas mesmas. Não têm medo. Assim, quando vocês lhes diz que eles estão a fazer algo incorrecto mas eles acham que não, dar-lhe-ão a entender que você não sabe o que está a dizer. Desta forma, sugere-se aos pais que estabeleçam limites, mas sem lhes dizerem: “ Não façam isso!” Em vez disso, digam: “Olha, porque não me explicas por que queres fazer isso? Sentemo-nos e conversemos sobre o assunto. O que te parece que pode acontecer se fizeres isso?” Quando a criança responder com o que ela pensa que poderá passar-se, pergunte: “Está bem. E como julgas tu que vais controlar a situação?” Então, você ouvirá a forma como eles pensam que podem enfrentar a situação.
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Você terá que deixar que o jovem Índigo faça o que pretende fazer; de outra forma não participará, irá retrair-se, a menos que se seja um Humanista, e não voltará a falar consigo acerca daquele assunto.
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As Crianças Índigo devem ser tratados como adultos desde a mais tenra idade. Jamais os impeça de falar. Se o fizer, eles irão cuspir as palavras na sua cara. Eles não respeitam as pessoas por causa do seu cabelo cinzento ou rugas; você terá que ganhar o respeito delas.
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Devemos aprender a ouvir as Crianças Índigo e a jamais mostrar autoridade. Permita que elas digam do que necessitam. Só então lhes explique as razões por que não poderá dar-lhes o que pedem ou porque é correcto que obtenham o que estão a pedir. Tudo o que elas precisam é de serem ouvidas; todas elas são muito abertas.
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As Crianças Índigo são a ponte entre a terceira dimensão e a quarta. A terceira dimensão é a dimensão da razão, a dimensão do pensamento. A quarta dimensão é a dimensão do Ser. Passamos a vida a falar acerca do amor, da paz, do respeito, da felicidade, mas raras vezes os praticamos. Estamos melhorando aos poucos mas, na quarta dimensão, praticaremos. Estamos a começar a reconhecer que a guerra é estéril, inútil, e que oprimir alguém é somente outra forma de matarmos a nós mesmos.
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Estas crianças já conhecem estes princípios.

2 comentários:

Paulisha disse...

Olá Fresquinha!!!
Como:
...mãe de uma Guerreira de Luz
...educadora de muitos Guerreiros de Luz
...frequentadora assídua da Casa Indigo.
Recomendo vivamente o Espaço e as suas actividades!!!

As boas noticias chegarão quando todos os professores/educadores acordarem para esta nova realidade!!!
E aí a verdadeira noticia será a mudança de todo o sistema de ensino!!!
Bj

Fresquinha disse...

A quem o diz ... Só que no meu tempo não se conhecia a designação e passámos todos a "crianças problemáticas" ...

Uma Trabalhadora da Luz que espera e sabe que o sistema educativo já está a mudar. Não há como evitar.

Bj, Paulisha e obrigada.